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terça-feira, 7 de julho de 2026
Tecnologia

Bateria de Grafeno Promete Revolucionar Smartphones com Carga de 5 Minutos

Pesquisadores da Universidade de Manchester anunciam protótipo que carrega 80% em 5 minutos e dura 3 dias, mas comercialização ainda enfrenta desafios.

Seu Jornal Diário Seu Jornal Diário 2 min de leitura

Bateria de Grafeno: O Futuro da Mobilidade

Em um avanço que pode transformar a indústria de smartphones, pesquisadores da Universidade de Manchester apresentaram um protótipo de bateria de grafeno capaz de carregar até 80% da capacidade em apenas cinco minutos. A inovação, liderada pelo professor James Baker, utiliza uma estrutura de grafeno tridimensional que aumenta a superfície de contato para íons de lítio, resultando em recargas ultrarrápidas e maior densidade energética.

Comparação com Tecnologias Atuais

Em testes laboratoriais, a bateria manteve 95% de sua capacidade após 500 ciclos de carga, superando as baterias tradicionais de íon-lítio. Além disso, a vida útil por carga foi estendida para até três dias de uso moderado. Para efeito de comparação, as baterias atuais carregam de 0 a 80% em cerca de 30 a 60 minutos.

Desafios para Comercialização

Apesar do potencial, a produção em massa esbarra no alto custo do grafeno de qualidade e na necessidade de adaptação das linhas de montagem. Empresas como Samsung e Apple já demonstraram interesse, mas analistas indicam que a tecnologia deve levar de 3 a 5 anos para chegar ao mercado consumidor. Outra empresa, a Graphenea, já desenvolve processos mais baratos para obtenção do material.

Impacto Sustentável

Além da velocidade, a bateria de grafeno é mais sustentável por dispensar metais como cobalto, cuja mineração enfrenta questões éticas. A durabilidade também reduz o descarte eletrônico. Especialistas afirmam que a tecnologia pode ser adaptada para veículos elétricos e armazenamento de energia renovável.

Próximos Passos

A equipe de Manchester busca parcerias com fabricantes para escalar a produção. Um novo laboratório será inaugurado em 2027 para acelerar a pesquisa. Baker comenta: ‘Estamos no limiar de uma revolução energética, mas ainda há obstáculos técnicos a superar.’

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Redação do Seu Jornal Diário.

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