Revolução Quântica: Computador Brasileiro Resolve em Minutos o que Levaria Milênios
Pesquisadores da USP e Unicamp anunciam o primeiro processador quântico escalável do país, capaz de realizar cálculos complexos para medicamentos e criptografia.
São Paulo, julho de 2026
Um avanço histórico coloca o Brasil no mapa da computação quântica. Cientistas da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) apresentaram nesta quarta-feira o primeiro processador quântico escalável do país, batizado de QBit-BR1.
O dispositivo, que opera com 50 qubits supercondutores, foi capaz de realizar em apenas 12 minutos uma simulação molecular que, em um supercomputador clássico, levaria mais de 10 mil anos. O feito abre caminho para descobertas em áreas como farmacologia, ciência dos materiais e criptografia.
“É como se tivéssemos dado um salto do ábaco para o computador moderno em uma única geração”, afirmou o coordenador do projeto, Dr. Carlos Menezes, do Instituto de Física da USP. “A computação quântica permite explorar múltiplas possibilidades simultaneamente, algo impossível para os computadores tradicionais.”
O projeto contou com financiamento da CAPES e do CNPq, além de parceria com a IBM Brasil, que forneceu parte da infraestrutura criogênica necessária para resfriar os qubits a temperaturas próximas do zero absoluto.
O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Ricardo Silva, esteve presente na demonstração e classificou o feito como “um orgulho nacional”. “Investir em ciência básica é fundamental para o futuro do país. Esse processador quântico terá aplicações diretas na indústria, na segurança cibernética e na saúde.”
O próximo desafio da equipe é escalar o sistema para 100 qubits até 2028, o que exigirá novos materiais e algoritmos mais eficientes. A expectativa é que, em até cinco anos, o QBit-BR1 possa ser utilizado comercialmente por empresas brasileiras.
A comunidade científica internacional reagiu com entusiasmo. A revista Nature já manifestou interesse em publicar o artigo detalhando a arquitetura do processador. Para a pesquisadora americana Dra. Sarah Johnson, do MIT, o trabalho brasileiro surpreende pela originalidade: “Eles superaram o desafio da correção de erros quânticos usando uma abordagem inovadora com qubits topológicos, algo que muitos laboratórios tentaram e não conseguiram.”
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Redação do Seu Jornal Diário.
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