Pular para o conteúdo
Última Hora
quarta-feira, 22 de julho de 2026
Tecnologia

Revolução Quântica: Computador Brasileiro Resolve em Minutos o que Levaria Milênios

Pesquisadores da USP e Unicamp anunciam o primeiro processador quântico escalável do país, capaz de realizar cálculos complexos para medicamentos e criptografia.

Seu Jornal Diário Seu Jornal Diário 2 min de leitura

São Paulo, julho de 2026

Um avanço histórico coloca o Brasil no mapa da computação quântica. Cientistas da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) apresentaram nesta quarta-feira o primeiro processador quântico escalável do país, batizado de QBit-BR1.

O dispositivo, que opera com 50 qubits supercondutores, foi capaz de realizar em apenas 12 minutos uma simulação molecular que, em um supercomputador clássico, levaria mais de 10 mil anos. O feito abre caminho para descobertas em áreas como farmacologia, ciência dos materiais e criptografia.

“É como se tivéssemos dado um salto do ábaco para o computador moderno em uma única geração”, afirmou o coordenador do projeto, Dr. Carlos Menezes, do Instituto de Física da USP. “A computação quântica permite explorar múltiplas possibilidades simultaneamente, algo impossível para os computadores tradicionais.”

O projeto contou com financiamento da CAPES e do CNPq, além de parceria com a IBM Brasil, que forneceu parte da infraestrutura criogênica necessária para resfriar os qubits a temperaturas próximas do zero absoluto.

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Ricardo Silva, esteve presente na demonstração e classificou o feito como “um orgulho nacional”. “Investir em ciência básica é fundamental para o futuro do país. Esse processador quântico terá aplicações diretas na indústria, na segurança cibernética e na saúde.”

O próximo desafio da equipe é escalar o sistema para 100 qubits até 2028, o que exigirá novos materiais e algoritmos mais eficientes. A expectativa é que, em até cinco anos, o QBit-BR1 possa ser utilizado comercialmente por empresas brasileiras.

A comunidade científica internacional reagiu com entusiasmo. A revista Nature já manifestou interesse em publicar o artigo detalhando a arquitetura do processador. Para a pesquisadora americana Dra. Sarah Johnson, do MIT, o trabalho brasileiro surpreende pela originalidade: “Eles superaram o desafio da correção de erros quânticos usando uma abordagem inovadora com qubits topológicos, algo que muitos laboratórios tentaram e não conseguiram.”

Aviso Importante

O conteúdo publicado é de inteira responsabilidade do autor. As opiniões, informações e declarações expressas não representam, necessariamente, o posicionamento da plataforma, que não se responsabiliza pelo conteúdo das publicações realizadas por terceiros.

Compartilhar:
Seu Jornal Diário

Seu Jornal Diário

Redação do Seu Jornal Diário.

Leia também