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terça-feira, 21 de julho de 2026
Relacionamentos

Corações Partidos se Curam: Neurocientistas Revelam Segredo do Amor Próprio

Estudo inédito da USP mostra como a prática da autocompaixão pode acelerar a superação de términos e fortalecer laços afetivos.

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O Fim de um Relacionamento Pode Ser o Começo de Você Mesmo

Um estudo revolucionário conduzido pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) revela que a autocompaixão é a chave para superar términos de forma saudável e até mesmo melhorar futuros relacionamentos. A pesquisa, liderada pela renomada psicóloga Dra. Carla Mendes, acompanhou 500 voluntários ao longo de seis meses e descobriu que aqueles que praticavam exercícios de autocompaixão – como meditação guiada e diários de gratidão – apresentaram níveis 40% menores de estresse e ansiedade após o término.

Como Funciona a Autocompaixão?

Segundo a Dra. Mendes, a autocompaixão envolve tratar a si mesmo com a mesma gentileza que você ofereceria a um amigo querido. Em vez de se culpar ou se criticar, a pessoa aprende a reconhecer a dor sem julgamento. “Isso permite que o cérebro processe a perda de forma mais rápida, ativando áreas ligadas à empatia e à resiliência”, explica. O estudo também mostrou que quem pratica autocompaixão tem mais chances de estabelecer relações saudáveis no futuro, evitando padrões tóxicos.

Passos Práticos para o Amor Próprio

Para ajudar quem está passando por uma separação, a equipe da USP preparou um guia simples: 1. Reserve 5 minutos por dia para fechar os olhos e respirar profundamente, repetindo frases como “eu mereço amor e respeito”. 2. Escreva três coisas boas sobre você em um caderno todas as noites. 3. Evite contato com o ex-parceiro por pelo menos 30 dias – isso permite que seu cérebro se “desintoxique” emocionalmente. A Dra. Mendes alerta: “Redes sociais são um veneno; desative as notificações e foque em atividades que tragam prazer real, como esportes ou arte.”

Histórias de Quem Conseguiu

Entre os participantes, a designer gráfica Ana Luísa, de 28 anos, contou como a técnica a ajudou: “Depois de um término doloroso, comecei a me tratar como trataria minha melhor amiga. Em três meses, me senti mais forte e atraí um parceiro que realmente me valoriza.” O estudo completo será publicado na revista científica Journal of Affective Psychology em agosto.

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Redação do Seu Jornal Diário.

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